9 de out. de 2008

Com muito mais professores participando das idéias do grupo de arte educadores, o ano de 2008 incentiva novas atitudes em suas práticas...
Este é o novo grupo de estudos:


1. Alessandra Marcia G. Oliveira Resta
2. Angela Cassia Marques Sabbatini
3. Cassilda Sandri Espada
4. Cecília Oda Gaspar
5. Grazieli Lenz Trassi
6. Ivonice Pereira dos Santos
7. Ivair Rodrigues
8. Jucelia Celeste Ponce Silva
9. Marilza Quizzini
10. Marcilene Antunes Ribeiro
11. Patrícia Madalena Barroso Zortéa
12. Priscila da Silva
13. Regina Célia Tosca Fagotti
14. Rosângela Maria Mancini
15. Simone Gonçalves da Silva
16. Sueli Aparecida Barione Ayrosa
17. Maria Heloisa Cerqueira Silva



Pôster
Releitura “Bandeirinhas de Volpi”


Autora: Grazieli Lenz Trassi
Escola Estadual Professora Kazuco Ohara e Escola Estadual Déa Alvarenga

Imagem
Leitura
Releitura

Este projeto foi desenvolvido neste ano, meados do mês de junho, com o intuito de mudar aquele padrão normal das bandeirinhas de Festa Junina.
Percebi que dês da minha infância, algumas coisas não são alteradas com o tempo, a bandeirinha têm que de alguma forma aparecer na festa, é uma decoração que não pode faltar. Por isso pensei! Vou trabalhar com os alunos do ensino fundamental de uma forma diferente!
Primeiro verifiquei o material acessível que a escola possuiu, então optei pelo papel dobradura de cores variadas, o papel Kraft entrou para colarmos as bandeirinhas que se tornara em conjunto uma releitura da obra “Bandeirinhas de Volpi”.
Realizei o projeto com alunos da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª séries do ensino fundamental, nas Escolas Estaduais Professora Kazuco Ohara, 1ª e 2ª série, e na Escola Déa Alvarenga 1ª 2ª 3ª e4ª séries.
Primeiro passo discutirmos sobre a Festa Junina e o que não poderia faltar na decoração, chegamos ao acordo que a bandeirinha tem um papel importante para caracterizar e falei que tinha um artista que foi ao longo do tempo mudando a sua maneira de pintar casarios que em certo ponto chegou a mudar as formas das casas que hoje mais se pareciam com bandeirinhas de Festa Junina, observamos imagens da obras de Volpi dês da década de 30,40,50 até chegar à década de 70 do século XX mostrei a sua obra “Bandeirinhas” e discutimos a simplificação das formas.
Segundo passo trouxe o papel dobradura, previamente cortado retangular, e também o papel dobradura quadrado 13x13 para ser realizado com tesoura e cola o feito de colagens com quadrados vazados.
Primeiro entreguei o papel dobradura retangular para cada aluno, logo em seguida outro papel dobradura cortado quadrado 13x13 de cor diferente. Perante a sala realizei um recorte dobrando a dobradura retangular e mostrei para eles que é possível cortar igual os dois lados usando a simetria dobrando, fiz o recorte e esperei todos cortarem para depois chegar à parte mais interessante,o quadrado. Dobramos o papel dobradura quadrado duas vezes em formato de triângulo e comecei a cortar algumas partes do papel, quando abri o mesmo na sala de aula só se ouvia hóóóóóóóóóóó, e as crianças já ficaram entusiasmadas para fazer a dobradura e o recorte.
Saiu cada recorte um mais diferente do que o outro! Máscaras, flores, corações, uns até parecem com toalhas de crochê!
Montamos na sala de aula o painel e deixamos expostos, todos admiravam a criatividade que surge do papel.
E o mais interessante é que os alunos não queriam parar de fazer, sempre pediam mais papel, e isso continuou como uma brincadeira fora da sala de aula.
Deixei exposto na escola, e todos perguntavam que série tinha realizado o trabalho, não acreditavam que era do ensino fundamental.
Fiquei muito feliz com o resultado, porque associei muitas coisas diferentes para esta faixa etária neste projeto, exemplo: coordenação motora fina, formas geométricas, simetria, colagem, leitura e releitura de um tema muito batido nas escolas.


Poster
ECOVITRAL

Alessandra Márcia Gouveia Oliveira
Colégio Estadual Hugo Simas

Palavras-chaves: vitrais, reciclagem, história da arte.
Resumo: O presente trabalho foi realizado com alunos da sétima série do Colégio Estadual Hugo Simas, em Londrina, Paraná pela professora da disciplina de Artes. Seu objetivo foi integrar o conteúdo de História da Arte referente aos estilos Românico e Gótico do currículo normal com a reciclagem de materiais a fim de despertar o interesse pela história da arte e a consciência ecológico-ambiental dos alunos através da montagem de um vitral confeccionado com CD’s e marcadores permanentes. Ao participarem do trabalho, os alunos puderam ter contato com conhecimentos e práticas estranhos à sua grande maioria, tiveram a oportunidade de interagir no grupo, contribuindo para o desenvolvimento do relacionamento interpessoal. Além disso, puderam associar algo histórico criado há muito tempo atrás por arquitetos e artistas da época com seu trabalho, incentivando-os a valorizar a disciplina de Artes.


Pôster
Gravadores em Londrina



Gravura
Técnica
História

Sabendo-se que a realidade do grupo é só de trabalhos com gravuras através do isopor-gravura, e, que se faz necessário ampliar o conhecimento tanto dos nossos alunos como também do educador, os DVDs do arte na escola despertaram-nos a vontade de ampliar nosso leque de opções e de novas experiências, para estimular novas praticas de gravuras. Assistimos dois vídeos o Maria Bonomi e da Fayga Ostrower.
Com a Maria Bonomi levantamos o seguinte dado; de que os nossos alunos muitas vezes não conseguem acompanhar nosso raciocínio, por não ter familiaridade com o processo dos diversos tipos de gravuras. Há uma carência de materiais pedagógicos sobre gravura no Brasil. A Fayga nos reportou para a sensibilização de uma gravura, a importância da pesquisa e do respeito aos materiais usados.
Ainda no contexto da gravura foi sugerida uma oficina de experiência com diversos recursos, realizada por nos professores, ela que nos deu uma referência do que podemos ou não podemos usar com os nossos alunos.
Paralelamente foi efetivada uma pesquisa dos principais gravadores que atuam ou atuaram em nossa região.


COMUNICAÇÃO
A LINHA E A FORMA NA LEITURA DE IMAGEM

Autora: Marilza Quizzini
Colegio Estadual Jose de Anchieta


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Forma
Linha


Este projeto foi desenvolvido no início do ano letivo de 2007, contou com a participação de duas turmas de 8ª series totalizando 62 alunos.
O objetivo desta proposta era desenvolver a leitura de imagens, interpretação e percepção visual, bem como apropriação da obra estudada e produções de releitura, dando enfase aos elementos linha e forma, figurativo e abstrato.
A leitura partiu das obras: Retrato de Adéle Bloch-Bauer I, O Beijo e A Virgem de Gustav Klimt.
Tudo iniciou a partir da construção inversa em relação a linha, pois quando falamos desse elemento logo a imaginamos em nosso pensamento a construção do desenho feito a lápis ou qualquer material pontiagudo que vai marcando um espaço no caso o suporte: papel.
Queria fazer uma abordagem diferente, trabalhar a linha enquanto construção de signos e significados. Por quê Gustav Klimt? Tanto pelo Material que dispunha bem como suas imagens que nos remete a mundos distintos que se envolvem de forma tão bem casada, essa dualidade entre abstrato e figurativo, entre desenho e pintura, um emaranhado de informações presentes em suas obras.
Toda proposta inicial foi direcionada em relação ao material e a disponibilidade dessas três obras, porem o grupo foi montado de acordo com suas afinidades, bem como a escolha das obras oferecidas ficou livre.
O trabalho foi direcionado pois não queria apenas desenhos ou pinturas sobre papel, pensei em algo diferente então surgiu a idéia de se trabalhar a técnica da colagem, também não haveria dificuldade em relação ao desenho da figura humana por parte dos alunos.
A primeira etapa do trabalho foi a pesquisa da obra escolhida, depois teriam que pesquisar em revista e recortar os rostos que melhor se encaixariam nas obras; colados o rostos na cartolina americana eles deveriam partir para construção dos corpos e formas presentes na respectivas obras.
O material escolhido para a colagem das formas foi o papel de seda, onde poderiam desenhar ou recortar direto do papel para realizar suas formas. Porque desse material?
Simplesmente pelos efeitos que ele causam como transparências, mistura visíveis de cores e formas através das sobreposições; surge o imaginário, os efeitos, os rastros causados involuntariamente pelo desenho da cola, alterando a cor do papel, deixando sua marca, a linha sem intencionalidade de ser; porem visível aos olhos do observador.
Depois de todo trabalho de colagem eis que deveria brincar na construção da linha através de cores e pinceis, criando espaços, texturas, arabescos, formas e desenhos, um traço pessoal deixado por cada representante do grupo. A avaliação se deu na mostra dos trabalhos realizados pelos grupos e seus relatos pessoais e os comentários tanto do processo percorrido como do resultado final do trabalho.
O trabalho foi muito bom, rico realizado em os meses de março e abril e o resultado desse trabalho esta aí.
Os equipamentos necessários para a apresentação do trabalho será um computador e um data show.

PÔSTER
MORTE MARAT


Autora: Rosangela Maria Mancini
Instituto de Educação Estadual de Londrina

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Neoclassicismo
Releitura

Como tornar o conteúdo do Neoclassicismo atraente para o aluno?
O movimento Neoclássico foi o fio condutor para desenvolver minha idéia, dando ênfase ao artista Jacques-Louis David (1748-1825).
Percebi que além de apreciarem a arte neoclássica os alunos se encantaram com a mitologia grega, e, principalmente com os fatos da Revolução Francesa registrados nas imagens.
Foi aí que surgiu a idéia de trabalhar com a história da Morte de Marat.
Iniciei minhas aulas mostrando aos alunos várias transparências sobre a arte Neoclássica: características gerais do movimento, características da pintura, escultura e arquitetura e artistas que se destacaram nesse período: Jean Auguste-Dominique Ingres (1780-1867) e Jacques-Louis David ( 1748-1825).
Durante as aulas as imagens foram contextualizadas historicamente para um melhor entendimento da arte, sua história assim como o pensamento crítico dos alunos.
Que sentimento esta obra passa para você?
Os alunos mostravam-se fascinados pelas historias, acontecimentos da Revolução Francesa e o estimado Napoleão Bonaparte. Foi nesse momento que aproveitei e falei sobre a Morte de Marat, pintada pelo artista David. Fiz um breve relato sobre sua morte.
Pedi que lessem um texto para podermos iniciar a linguagem plástica. A partir do texto lido coloquei para os alunos que a composição precisava constar o ambiente de cena. Nos esboços, os alunos acrescentaram elementos, mudaram os desenhos, criaram novos detalhes, explorando efeitos e outras possibilidades de leitura da obra.
Em seguida, fez um estudo das combinações de cores que sejam apropriadas à sua idéia. Fui explicando aos alunos harmonias e possibilidades de materiais para um desenho colorido exemplificando por meio de obras neoclássicas, incentivando cada educando a buscar novas soluções cromáticas.
Finalmente chegamos à criação final – o aluno redesenhou, deu os acabamentos necessários e terminou com a pintura. Como era sua obra final, o aluno realizou todo o processo tomando cuidado com o acabamento e o conjunto da obra.

COMUNICAÇÃO
A ARTE DA PRÉ - HISTÓRIA

Autora: Rosangela Furlanetto Garcia
Colegio Estadual Prfº Paulo Freire – Ensino Fundamental e Médio

Historia da Arte
Pintura Rupestre
Desenho

“A arte da Pré-história” foi o conteúdo deste trabalho desenvolvido com cinco turmas de 5as séries no Colégio Estadual Professor Paulo Freire em Londrina, abrangendo 184 alunos com idades entre 11 e 15 anos. Foi realizado no período de trinta dias, sendo utilizada várias aulas para a conclusão das atividades.
Iniciei com uma conversa com os alunos, que iríamos estudar um assunto bastante interessante e intrigante e que seria necessária a atenção de todos para tentarmos entender um pouco sobre o que o homem pré-histórico nos deixou de contribuição no campo da arte.
Pedi aos alunos que tivessem internet em casa, livros didáticos ou enciclopédias, pesquisassem em casa sobre o assunto “A arte da Pré-história” e trouxessem na próxima aula o material adquirido. Este material trazido pelo aluno serviu de apoio para o restante do projeto.
No quadro, passei um pequeno texto no quadro, que os alunos copiaram e ilustraram:
Pintando as paredes – Arte Pré-histórica
Na época da Pré-história, o homem produzia suas próprias tintas misturando terra geralmente avermelhadas por serem ricas em minérios, carvão, algumas plantas, sangue e gordura de animais. Para pintar, utilizavam os dedos e provavelmente pincéis feitos com penas de aves. Representavam através da pintura, animais, figuras humanas e a natureza.
As pinturas nas paredes são conhecidas por pinturas rupestres ou pinturas feitas nas rochas. Existem registros destas pinturas na França e Espanha.
No Brasil, também encontramos pinturas rupestres (feitas em rochas) no Parque Nacional da Capivara em São Raimundo Nonato no Piauí e em Campo Formoso na Bahia. e Campo Formoso na Bahia.
Uma das técnicas utilizadas pelo homem pré-histórico era das mãos em negativo. Para isto, faziam um pó colorido a partir da trituração de rochas, sopravam através de um canudo sobre a mão pousada na caverna. A região em volta da mão ficava coberta e a mão não.
Depois, muitas discussões sobre o assunto e leitura de algumas imagens desta época que estão no livro didático de História. Partimos para a produção no caderno, tendo como tema, a Arte da Pré-história.
Quando terminamos as composições no caderno, levei o filme “Irmão Urso” para assistirmos em sala de aula. Meu objetivo era dar ênfase na parte do filme em que aparecem registros feitos pelos personagens nas cavernas. Os alunos desenharam sobre a parte do filme que acharam mais interessante.
Partimos então para um trabalho em grupo. As turmas foram divididas em grupos de quatro alunos. Cada grupo recebeu como material papel kraft (aproximadamente um metro) e poderiam utilizar lápis, lápis de cor, giz de cera e tintas para elaborar o trabalho.
A proposta principal foi que eles imaginassem que aquele papel fosse a parede de uma caverna e que eles seriam os homens pré-históricos e iriam realizar uma pintura rupestre, baseado nos conteúdos que eles haviam estudado.
Os resultados começaram a aparecer depois de muitas discussões em grupo. Todos queriam falar e dar opiniões sobre o tema proposto, pois todos já se sentiam capacitados para dar opiniões sobre o que desenhar .
A conclusão deste trabalho foi bastante válido, porque a produção dos alunos foram baseados na história da arte mas também permitiu que eles colocassem elementos do universo deles, acontecendo assim uma mescla dos conhecimentos e produções maravilhosas.
A avaliação do trabalho dos alunos é feita continuamente, durante as nossas aulas, que são duas vezes por semana.
Em todas as aulas, eu vejo o caderno dos alunos e observo se todos estão trabalhando dentro da atividade proposta. Mesmo quando não dá tempo para concluir, continuamos na aula seguinte, pois prefiro que eles realizem as atividades em sala sob a minha orientação, assim tenho certeza que quem está fazendo é o próprio aluno, desta forma conheço cada vez mais.
Quanto à avaliação dos painéis, já foi um processo mais demorado. Como foi um trabalho feito em grupo, tiveram que obedecer algumas regras como, respeito à opinião dos colegas, responsabilidade para cuidar do painel, trazer o material pedido, participação dos integrantes do grupo e outros.
Para a conclusão dos painéis, para a levei em consideração a fidelidade ao tema proposto, o acabamento, a composição do trabalho e a integração do grupo procurando valorizar sempre o processo e não o resultado final.
Os equipamentos necessários para a apresentação do trabalho será um computador e um data show.

Pôster
Um espaço para criação


Autora: Maria Heloisa Cerqueira Silva
Usina do Conhecimento – Londrina - PR

Espaço
Criatividade
Estética

Criar um ambiente favorável para concepção e reflexão artística se faz necessário. Este deve estar abarrotado de cultura e referências dos próprios alunos, agregado a intenção do educador, levando-os a elaboração do pensamento artístico. Ao estar em contato com vários referencias amplia-se o repertório de forma que a ambientação contribui para o processo de criação.
Diferentes cantos artísticos são apresentados na Usina do Conhecimento – Londrina- Pr, cabe cada individuo se identificar com uma das propostas e se envolver. A participação da comunidade com diferentes faixas etárias contribui para as trocas necessárias para a percepção visual, musical, teatral e a organização dos elementos para construção do saber artístico-estético.
Motivados a conhecer e apreciar diferentes linguagens artísticas, os alunos começam a interpretar a arte como cognição, expressão e conteúdo. Valorizando suas potencialidades e suas buscas interiores.

18 de jul. de 2007

Neste ano o grupo se multiplicou, novos professores engajado por uma nova educação:
  1. Dirce Ferreira Gameiro
  2. Grazieli Lenz Trassi Vanelli
  3. Rosemeire do Carmo M. Martins
  4. Wane galvão Mota Romero
  5. Angela Cássia Marques Sabbatine
  6. Cassilda Sandri Espada
  7. Ivair Rodrigues
  8. Ivonice Pereira dos SantosNeide
  9. Marcilene Antunes Ribeiro
  10. Neide Bittencourt de Mello
  11. Regina Célia Tosca Fagotti
TRABALHOS DOS ALUNOS DA PROFESSORA REGINA

27 de nov. de 2005

GRUPO DO ARTE NA ESCOLA - LONDRINA


SITE REFERÊNCIA:
http://www.artenaescola.org.br/


Grupo de Estudo: Arte na Escola
Cidade de Londrina Paraná



  1. Alessandra Marcia http://leituraimagem.blogspot.com/
  2. Dalva Sebold
  3. Jucélia Celeste
  4. Luciana Abraão
  5. Maria Heloisa Cerqueira
  6. Marina Lucila
  7. Marilza Quizzini
  8. Rosangela Furlanetto http://trabalhoplanos.blogspot.com/
  9. Rosangela Maria
  10. Sueli Barione